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Franciscanos catolicos protestavam contras os campos de concentração do governo Norte Americanos de Donald Trump, cerca de 70 pessoas, que carregavam fotos de crianças imigrantes que morreram enquanto estavam sob custódia dos norte-americanos, foram presas na última quinta-feira, 18 de julho, enquanto faziam o maior simbolo de liberdade e democracia "protestavam" no Capitólio, na capital Washington, mas o lar dos justos e dos bravos virou uma vergonhosa ditadura de extrema-direita.

A Rede Franciscana de Ação, um grupo católico em defesa dos direitos humanos, convocou a manifestação nos escritórios do Senado Russell (O prédio de escritórios mais antigo dos edifícios do Senado dos Estados Unidos), parte do complexo do Capitólio, para protestar contra as condições desses centros, porque, acusam, que ele constituem uma violação aos direitos humanos.

Cerca de 200 padres, frades, freiras e outras pessoas no chão de mármore do prédio do senado Russell.

“Nosso país nasceu na escuridão do que agora chamamos pecado original. E agora, uns 200 anos mais tarde, pensamos que havíamos começado a superar esses pecados. No entanto, nestes dias, Donald Trump está nos arrastando de volta àqueles tempos malignos, com uma combinação de medos irracionais, ódio de pessoas que não são dele e de pura crueldade. O que é quase tão maligno, é que os chamados cristãos apoiam e aplaudem e possibilitam essa descida para uma nova era de trevas na América. Estamos falando sobre as evidências disso, nessas ações hoje. Estamos particularmente citando a desumanidade que ocorre, mesmo enquanto falamos, nas nossas fronteiras do sul. É por isso que pedimos aos nossos milhões de irmãs e irmãos católicos, particularmente nossos bispos, que participem da luta pela alma da América”, declarou o Frei Joe Nangle, de Justiça, Paz e Integridade da Criação da Província Franciscana do Santíssimo Nome, preso na manifestação no Dia Católico de Ação pelas Crianças Imigrantes.

“As imagens de crianças em condições deploráveis e insalubres, sem acesso a chuveiros por semanas, incomunicáveis e dormindo em pisos de concreto sem cobertores, nos forçaram a ficar em solidariedade e dizer ‘não em nosso nome'”, discursou a irmã Áine O. Connor, uma das manifestantes presas.

Entre os presos, há vários padres, frades freiras e leigos que denunciaram as condições desumanas em que as crianças migrantes estão sendo detidas tratadas e exterminadas.

FONTE: Paz y Bien, Franciscans Action Network – Falachico.

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