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Na Argentina Cristina faz jogada de mestre ao indicar Fernández para presidente

A ex-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, fez uma jogada de mestre que dribla todo o amparato da justiça golpista que vem sofrendo (mesma perseguição que Moro e o restante da máfia do judiciário fazem a Lula).

Cristina vem trazendo os holofotes de dias melhores para o hermanos que tem a correspondido positivamente, no dia 08 de maio, ela lançou seu livro Sinceramente na Feira do Livro de Buenos Aires, evento que consolidou seu favoritismo a disputa presidencial e contou com um forte apoio popular, de renomados artistas, mesmo com muita chuva e ameaças de dois atentados a bomba, Cristina seguiu com sucesso o lançamento do livro sem tocar no assunto eleições, até porque na data ainda faltavam 44 dias para encerrar as inscrições dos pretensos candidatos.

Após 15 dias Cristina se manifesta e dá o golpe no golpe para manter a democracia na Argentina e indicou Alberto Fernández, que havia sido chefe de gabinete e amigo íntimo do ex-presidente, Néstor Kirchner, crítico da política de Cristina e agora faz parte do Kirchnerismo e da chapa “Frente de Todos” tendo ela como vice, jogada que garante favoritismo disparado na disputa presidencial, se eleita, garante a Cristina a presidência automática do Senado que deve favorece o presidente uma melhor movimentação política.

“Nós, líderes, devemos deixar a vaidade de lado. Eu estou disposta a ajudar a partir de um lugar onde possa ser mais útil”, disse Cristina em uma postagem em seu twitter.

O governo falido da direita de Mauricio Macri não tem conseguido emplacar nenhuma iniciativa que melhore as pesquisas e jornais de todo o país dão destaque a Cristina, mesmo o governo gastando absurdos de dinheiro público com publicidade.

Na Argentina Cristina faz jogada de mestre ao indicar Fernández para presidente

Macri (foto acima) anunciou sua candidatura com um candidato a vice-presidente que também surpreendeu com a escolha do peronista Miguel Angel Pichetto. O partido do Macri sempre se destacou ao criticar duramente o peronismo, junto com seus seguidores, e Pichetto foi, durante 18 anos, o chefe do bloco Justicialista (peronista) no Senado até sua renúncia em 11 de junho e é visto como um sujeito sem carisma que incentiva a mão dura com rasgos xenófobos e misóginos, é considerado pelo peronismo como um traidor.

 

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