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Posse de Bolsonaro é um show de horrores, com ameças, brigas e pouca participação popular

Não era de se esperar nada diferene do visto hoje, 01/01/2019, na transmissão da posse presidencial de Jair Bolsnaro (PSL), afinal de contas um presidente que não sabe nem o que é socialismo e ainda ameaça as minorias, mostra que vai governar para poucos e não para todos.

A posse de um presidente vale não pelos rituais que dispensam quase 90% do seu tempo, mas pelo momento em que o eleito sobe no parlatório para falar ao público presente na Esplanada. É ali que se dá o recado de qual será o tom do início do governo. É neste discurso que se estabelecem os seus marcos.

A primeira dama Michele Bolsonaro tentou humanizar o marido em seu discurso para deficientes e público feminino que foi o mais ferroz e dificultoso para ele durante a campanha eleitoral. Porém quando Bolsonaro falou destiu tudo que Michele tentou fazer, ao discursar com odio ao socialismo, dizendo que vai acabar, mostrando nitidamente que não sabe o que é socialismo e muito menos capitalismo, com pausas de racioinio lento e sem conteúdo o novo presidente passou a usar frases decoradas da sua campanha, como acusar os direito humanos pelo aumento da violência e que nossa bandeia nunca será vermelha, que levou os poucos presentes (comprado com os 20 anos anteriores de posses presidenciais) a loucura entre empurrões e repressão da policia com gás de pimenta.

Ameaça a imprensa "Quem não obedecer leva tiro"

A censura começou foi cedo. A imprensa foi jogada em um onibus e levada para o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), foi confinada em uma sala e ameaçadas pela segurança presidencial "Quem não obedecer leva tirro". - leia aqui -

O que não é novidade já que Bolsonaro viveu seus 27 anos de deputados sem trabalho brigando e ameaçando a imprensa. O caso mais escandaloso foi do filho Eduardo contra a jornalista Patrícia Lélis - leia aqui - que teve desde ameaças de morte até xingamentos de puta, o caso segue na justiça.

Avaliação só nos 100 dias de governo?

Como em qualquer governo os primeiros 100 dias costumam ser de bate-cabeça. Cada ministro busca ter mais poder do que o outro. Caso alguma coisa tenha e dá certo só vamos ter resposa lá pela Páscoa. Mas pelo que se pode perceber hoje é que o governo chega com o foco no terror do autoritário querendo ser populista.

Positivismo

Combater o governo Bolsonaro agora fica ruim porque uma grande parte do povo brasileiro deixou de acrediar na politica e a maioria mesmo sofrida espera que algo dê certo, mas essa positividade pode acabar caso a economia não reaja até abriu, além dos casos de abuso de poder que devem acontecer via filhos do Bolsonaro e o desfecho do caso sem explicação até o momento envlovendo lavagem de dinheiro com o assessor e motorista Queiroz que envolveu a primeira dama Michele.

Primeiro golpe no trabalhador

O primeiro golpe veio hoje cedo com a assinatura do Decreto que retira parte do aumento anual do salário mínimo que custa R$ 954,00 e que iria para R$ 1.006 e acabou sendo fixado por Bolsonaro para R$ 998, valor abaixo da estimativa do orçamento da União.

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