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Prestigio internacional vai para o ralo e bancos orientam investidores a evitar Brasil após impeachment

A imagem do Brasil após o golpe 2016 articulado pelo vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiro (PMDB-AL) com demais partidos de oposição PSDB, PPS, PSB entre outros, e confirmado pelo congresso no último, 12/05, do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT-RS), na teoria, algumas agencias de credito diziam que a culpa do mercado esta oscilando e do dólar alto seria por conta do governo petista e se surpreendeu com a forte retaliação do mercado mundial ao Brasil após a posse de Temer.

As agencias de credito de todo o mundo estão orientando seus investidores a passarem longe do Brasil por conta da instabilidade política e pela nítida falta de democracia que promete oprimir a população que consequentemente pode diminuir a produção no país. “As embaixadas estão apreensivas, as da América latina já começam a sair, Japão, China, Canadá e mais alguns da Europa como: França, Dinamarca, Alemanha, Itália e Portugal, descreditaram as ações que influenciou ainda mais o mercado dos Estados Unidos a ficarem calados e empurra o dólar a valorização frente ao real brasileiro”, destacou o estrategista financeiro da Onipus-USA em reportagem ao jornal The New York Times, Fred Gouler.

O corte de ministérios que promovem a conquista de cidadania e direitos como cultura, mulheres e direitos humanos, tem sido uma realidade negativa para a estabilidade democrática e juntando isso à campanha de abafar a operação Lava Jato que tem 12 novos ministros empossados no novo governo além do próprio Temer, as garantias de estabilidade estão longe de serem conquistadas.

Vamos destacar o papel da oposição do PSDB, liderada pelos tucanos, José Serra, Tasso Jereissati e Aécio Neves, que não estão se quer preocupados com o sucesso do governo Temer, a oposição ao Pmdebista esta mais viva do que nunca e promete fortalecer ainda mais as incertezas que mostra ter começado de vez a disputada eleitoral presidencial, o PSDB, visualiza o “quanto mais caos melhor” para tentar uma vitória em 2018.

Enquanto a classe média não acordar para os efeitos negativos do governo plutocrata a perca de direitos segue a todo vapor, e pautas que retiram direitos conquistados recentemente pelas domesticas, dos trabalhadores de não poderem mais denunciar os abusos das empresas ao ministério do trabalho, do aumento de idade da aposentadoria de 65 para 75 anos e retirar do funcionalismo publico o direito de entrar em greve, chegam a câmara nessa semana para serem apreciadas e pela rapidez que a coisas andam contra os direitos, talvez aprovadas logo.

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